Retorno e explicações.
Depois de uma viagem de intensas atividades a Campinas, para o Concílio Geral, estive na região do circuito das águas em São Paulo.
Ordenamos o Pr. Adilson em Monte Alegre do Sul, no dia 12/08, e o Pr. Claudinei (Nei) em Serra Negra, no dia 13/08 e ministramos na IMUB em Serra Negra no dia 14/08.
Retornamos a Salvador no dia 16 e tivemos muitas atividades e coisas para colocar em dia ao chegarmos.
Por tudo isto não pude deixar meditações aqui para vocês, mas estamos retomando a rotina.
Então, aí vai alguma coisa:
Êxodo 16:14-28
(14) Depois que o orvalho secou, flocos finos semelhantes a geada estavam sobre a superfície do deserto.
(15) Quando os israelitas viram aquilo, começaram a perguntar uns aos outros: "Que é isso? ", pois não sabiam do que se tratava. Disse-lhes Moisés: "Este é o pão que o Senhor lhes deu para comer.
(16) Assim ordenou o Senhor: ‘Cada chefe de família recolha o quanto precisar: um jarro para cada pessoa da sua tenda’ ".
(17) Os israelitas fizeram como lhes fora dito; alguns recolheram mais, outros menos.
(18) Quando mediram com o jarro, quem tinha recolhido muito não teve demais, e não faltou a quem tinha recolhido pouco. Cada um recolheu tanto quanto precisava.
(19) "Ninguém deve guardar nada para a manhã seguinte", ordenou-lhes Moisés.
(20) Todavia, alguns deles não deram atenção a Moisés e guardaram um pouco até a manhã seguinte, mas aquilo criou bicho e começou a cheirar mal. Por isso Moisés irou-se contra eles.
(21) Cada manhã todos recolhiam o quanto precisavam, pois quando o sol esquentava, aquilo se derretia.
(22) No sexto dia recolheram o dobro: dois jarros para cada pessoa; e os líderes da comunidade foram contar isso a Moisés,
(23) que lhes explicou: "Foi isto que o Senhor ordenou: ‘Amanhã será dia de descanso, sábado consagrado ao Senhor. Assem e cozinhem o que quiserem. Guardem o que sobrar até a manhã seguinte’ ".
(24) E eles o guardaram até a manhã seguinte, como Moisés tinha ordenado, e não cheirou mal nem criou bicho.
(25) "Comam-no hoje", disse Moisés, "pois hoje é o sábado do Senhor. Hoje, vocês não o encontrarão no terreno.
(26) Durante seis dias vocês podem recolhê-lo, mas, no sétimo dia, o sábado, nada acharão. "
(27) Apesar disso, alguns deles saíram no sétimo dia para recolhê-lo, mas não encontraram nada.
(28) Então o Senhor disse a Moisés: "Até quando vocês se recusarão a obedecer aos meus mandamentos e às minhas instruções?
Observei neste texto o quanto a nossa natureza humana é ruim e incrédula diante de Deus.
Quando Deus ordenava que não guardassem para o outro dia, havia os que o guardavam, pois, movidos por egoísmo queriam reter mais do que precisavam e, por incredulidade, temiam que faltasse.
Quando Deus disse que guardassem para o sábado, para que não tivessem que sair para colher no dia de descanso, houve os que não o guardaram e saíram no sábado para o colher. Movidos pela insensatez, pensavam que tudo deveria ocorrer como sempre, e pela incredulidade novamente, não puderam crer que, se o guardassem naquele dia, não estragaria.
O maná foi um milagre extraordinário. Um pão que caía do céu manhã após manhã por quarenta anos.
Mas veja como o povo se acostumou tão rapidamente àquele suprimento e viu tudo com os olhos naturais e incrédulos, assim como nós fazemos no dia a dia sem observar e louvar pelo milagre da vida.
Como é comum vermos tudo como se fosse assim por si mesmo, sem vermos a mão de Deus!
A vida é cheia de milagres, mas nós não os vemos porque nos acostumamos a tudo. Achamos que o pão de cada dia e a água pra beber é um resultado do nosso esforço, ou responsabilidade do governo... como somos cegos.
Viver é um milagre. Demos graças a Deus pelo milagre de cada dia.
Ó Senhor, tem misericórdia de nós, abre os nossos olhos e ajuda-nos a ver o teu milagre a cada dia, suprindo e cuidando de nós.
Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. (1 Pedro 5:7)
È meu querido Pastor. Mesmo nós sendo irreverentes diante do PODEROSO DEUS ele é misericordioso para com o povo . Sim devemos sempre ter a memória que ele cuidará de nós .
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